Amanhã às 10:10
Hey!
Amanhã às 10:10 recebes um email meu. Este explica porquê.
Processos,
Numa escala de 1 a 10, qual é o nível de importância?
Muita.
Agora diferente,
Numa escala de 1 a 10, quantas vezes tu, ou a tua equipa, seguem um processo à risca?
Tu, não sei.
Mas a minha resposta é 3.
E só porque eu forcei o hábito.
Ou seja, mais trabalho para garantir o trabalho. A roda do rato.
E mesmo assim estou distante de um 10.
Não interessa a empresa nem a área de negócio.
Aconteceu-me no mundo das agências.
Aconteceu-me na saúde.
Aconteceu-me na tecnologia.
Acontece sempre, porque sempre precisei de humanos para me ajudar a servir o cliente.
Juntas processos, juntas humanos.
Ganhas uma anarquia.
Que tem tendência a acentuar-se a cada processo e humano que acrescentas à equipa.
É o que é. É o que somos.
A verdade é que eu também não os leio.
O que faço é feeling misturado com experiência.
Era aceitar. Até agora...
Uma nova forma de operar uma empresa está a nascer.
Em vez dos hábitos, condicionas com tecnologia.
Em vez de leres os processos, dás acesso a skills.
Em vez de obrigares a dezenas de aplicações, basta acesso a uma.
O playbook está a mudar.
E não é nada novo.
A Ferrero Rocher validou-o ontem à noite.
Tenho o hábito de ver vídeos de "como fazer" com a minha filha.
E ficou claro.
O humano aparece onde tem de aparecer.
A máquina faz o resto.
E milhares de Ferrero Rocher são feitos todos os dias com uma margem de erro muito pequena.
Ninguém tem de ler fichas.
Ninguém tem de entender todos os processos.
O humano criou a máquina.
E é o humano que trabalha para a evoluir.
Até agora isto era um sonho.
Máquinas personalizadas que custam milhões de euros.
Anos para amortizar investimentos.
E margens mínimas.
Agora é o oposto.
A máquina está no teu computador.
Custa menos que um colaborador.
E tem capacidade para disparar a margem do teu negócio.
E quem vai fazer esse caminho?
Tu.
Ninguém o vai fazer por ti.
Era como pedires a alguém para te entregar uma fábrica de Ferrero pronta a cuspir bolinhas de chocolate.
Tu.
Porque não é opção.
Se o teu concorrente está a ler o mesmo email que tu, a tua janela de oportunidade fecha a cada segundo.
Eu.
Porque acho que consigo ajudar.
Foi isso que eu estive a construir durante os últimos 3 meses.
Um sítio para construires.
A máquina que constrói a tua fábrica.
O teu novo Playbook.
Não é um curso.
Não é uma app.
É um local.
E começa com 10 pessoas.
É contigo aproveitar uma dessas 10 oportunidades.
Amanhã às 10:10.
Abraço, Luís Diogo
Até lá se quiseres saber porque é que a tua IA é meio limitada, tens aqui:
Como deixar de ter IA burra a trabalhar para ti...